como adotar uma árvore

ou o relato de um fim de semana diferente…

aproveitando um dos últimos feriados deste ano (o próximo a calhar em dia útil é em novembro) e a última celebração da instauração da república 😦 , fomos, a convite de um amigo do ciclista da casa, conhecer destinos novos com muitos anos

o fim de semana pretendia reunir na mesma casa e na mesma aldeia (alguns ficaram noutro alojamento), onde por acaso há um centro de BTT, um grupo de praticantes de ciclismo e respetivas famílias, para descontrair, desfrutar, passear, conhecer, partilhar e até adotar árvores!

em casa da Sofia e do Pedro, um empreendimento de Turismo em Espaço Rural na Ferraria de S. João, ao cão Lucky, aos dois gatos, ao burro Xico e às galinhas, juntou-se um grupo alargado de 6 adultos e 4 crianças…

de tudo um pouco se fez…desde a partilha de receitas culinárias que ocupou os jantares, com Bimby incluída (pois é, eu levei a máquina para fazer pizza e arroz doce 🙂 ), até à adoção de um sobreiro!

num sobreiral centenário que para que possa ser preservado e desfrutado pela comunidade próxima e menos próxima (agora também fazemos parte), tem árvores para adoção em troca de um valor perfeitamente aceitável, pelo prazo de 9 anos, durante os quais podemos usar da sombra da árvore – prevê-se para a primavera a organização de um piquenique de adotantes 🙂  – e no final do qual podemos recolher o lucro relativo a 50% do valor da venda da cortiça do nosso sobreiro; garante-se assim a limpeza do terreno, o desbaste das árvores e a manutenção de uma área florestal autóctone de valor patrimonial incalculável

mas nem tudo foram árvores e Bimby! A região é magnífica e nela se integram algumas das Aldeias de Xisto mais emblemáticas

Gondramaz, onde degustamos um almoço regional feito por medida e cozinhado à nossa vista e de acordo com a disponibilidade da cozinheira e a fome dos comensais 🙂 e onde vivemos a nossa aventura mais radical, ao longo de um percurso “com algum grau de dificuldade” como alguém escreveu na tabuleta manuscrita que encontrámos no meio do caminho, mesmo depois de passarmos por um trilho estreito ao longo de uma parede em que os cabos de aço que nos servem de apoio nos fazem disparar o coração 🙂

Casal de S. Simão, onde uma vez mais desfrutamos de um almoço incrível e cheio de petiscos regionais e de onde se podem imaginar as Fragas do mesmo santo…imaginar, porque só vendo para acreditar num sítio tão mágico!

e Ferraria de S. João, onde nos acolheram de forma tão agradável durante 3 dias, onde fizemos novos amigos, em que vivemos novas experiências e onde temos um sobreiro para onde voltar…

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